Mostrando postagens com marcador ANIMACAO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ANIMACAO. Mostrar todas as postagens

domingo, 6 de novembro de 2011

CINEMA: O REI LEÃO

Quando o assisti na telona pela primeira vez, em 1994, tinha exatamente a metade da idade que tenho hoje. Este era um ano onde Pixar não era sequer conhecida e o primeiro e revolucionário Toy Story se encontrava há dois anos de seu lançamento nos cinemas. Era até meio incomum adultos e adolescentes irem ao cinema para assistir desenhos (até porque o conceito de animação nem existia) - salvo acompanhados de uma criança.
Nostalgias e comparações à parte, o que venho afirmar é a magnitude que O Rei Leão (The Lion King) representa para o cinema até os dias de hoje. Produção da Walt Disney, a história do leãozinho Simba é um marco na história, seja por sua técnica impecável, por suas valiosas lições ou pela trilha sonora que ficou famosa principalmente pelas canções assinadas por Elton John. O sucesso do conjunto da obra foi tão grande que a Disney, já sob outro comando, cometeu o sacrilégio de realizar duas sequências (uma de 1998 e outra de 2004), coisa que seu fundador jamais permitiria.
Poucas vezes se viu em um desenho tamanha perfeição de traços e movimentos, mesmo dentro da própria Disney, que sempre imperou nesta área.
Talvez o grande trunfo de O Rei Leão tenha sido sua história, sobretudo no que toca na morte do pai de Simba e de como foi apresentada - o mais próximo disso que havia se visto nos grandes clássicos infantis foi em Bambi, de 1942, mas de forma muito mais sutil e sugerida. O roteiro aqui soube tratar a perda de forma emocionante, para tocar crianças e adultos. À parte disso, os incríveis personagens que habitam a trama colaboraram em riqueza e diversão: desde a doce leoazinha Nala, até o pássaro Zazu e o mandril Rafiki, passando, é claro, pela dupla inesquecível Timão e Pumba, que protagonizou sozinha a dispensável sequência de 2004. Um time de peso foi recrutado para dar voz a estes animais falantes: Matthew Broderick (Simba adulto), Jeremy Irons (Scar), James Earl Jones (Mufasa), Nathan Lane (Timão), o Mr. Bean Rowan Atkinson (Zazu) e a hoje apagada Whoopi Goldberg (hiena Shenzi), que à época era uma das maiores estrelas da indústria.
A grandeza de O Rei Leão perdura até os dias atuais, tanto que foi a primeira escolha dentre os clássicos Disney para ser transportado para o formato 3D e reestrear nos cinemas, mantendo-se campeão de bilheterias por 3 semanas consecutivas nos EUA neste ano. Com seu recente lançamento em DVD, Blu-Ray e Blu-Ray 3D ao redor do mundo, bem como suas continuações, perpetua-se mais uma vez o título deste já clássico infantil e universal - e, claro, enche-se mais um pouquinho os já abastados cofres da Disney.

terça-feira, 29 de junho de 2010

CINEMA: TOY STORY 3

É incrível constatar que, mesmo após 15 anos do lançamento do primeiro filme e 11 do segundo, a parceria Disney/Pixar conseguiu dar continuidade mais uma vez à saga dos brinquedos de Toy Story, sem soar datada ou repetitiva. Quando se percebeu que as crianças que cresceram se divertindo no cinema com as peripécias do cowboy Woody (voz de Tom Hanks no orignal), do astronauta Buzz Lightyear (voz de Tim Allen) e sua turma de amigos, percebeu-se que era hora da franquia crescer também.
Agora, o garoto Andy (voz de John Morris) não é mais exatamente um garoto, e sim um jovem adulto na casa dos 17 anos, com o desafio da universidade a sua frente - um momento em que os brinquedos há muito perderam o significado em sua vida e devem lhe dar adeus, com um destino incerto, que pode ser tanto as mãos de outra criança, o esquecimento do sótão ou mesmo a lixeira. Este é o mote principal de Toy Story 3, uma trama cheia de despedidas e comoções em meio a um festival de cores, risos e fantasias de um mundo encantado que só os brinquedos poderiam nos proporcionar.
Este terceiro episódio pode até não ser o mais impressionante da triologia, uma vez que o primeiro filme foi um marco no mundo da animação tridimensional cinematográfica, mas certamente é a maior aventura vivida por nosso amigos de plástico até hoje. Da casa de Andy para uma creche e da creche para diversos outros lugares sinistros, a turma de Woody e Buzz precisam enfrentar a tristeza do abandono de seu dono, crianças destruidoras de brinquedos e uma conspiração liderada por um urso cor-de-rosa malvado com cheirinho de morango chamado Lotso (voz de Ned Beatty).
Sobra encanto em Toy Story 3: mesmo com algumas críticas negativas, as bilheterias têm mostrado que a fita está sendo um sucesso entre crianças e adultos. Com menos fundamentos inteligentes que outras recentes produções da Pixar, a trama dirigida por Lee Unkrich (de Procurando Nemo, Monstros S.A. e Toy Story 2) pega o espectador pelo coração e pelo saudosismo da infância. A história traz à tona, por meio de memórias, uma época feliz vivida pela maioria da nossa geração, dando aquela vontade de revirar o baú e puxar de volta aqueles velhos brinquedos que tanto nos acompanharam nos melhores anos de nossas vidas. Dos 8 aos 80, é difícil permanecer alheio às boas recordações e não se comover perante a evolução da vida no passar dos anos. Mas a história relembra ainda que é preciso seguir em frente, seja você um menino que virou homem ou um boneco de pano, aparentemente inanimado. E, para todos aqueles que sentem saudades, vale o consolo de que não importa a idade: brinquedos sempre serão brinquedos e crianças sempre serão eternas crianças...

sexta-feira, 14 de maio de 2010

CINEMA: O MELHOR E O PIOR DE ALICE

O trailer, veiculado nas salas de cinema convencionais e 3D há quase um ano, anunciava: vem aí uma nova versão de Alice No País Das Maravilhas (Alice In Wonderland, 2010), mesclada com o conto Alice Através Do Espelho - e a promessa é de uma versão magnífica e nunca antes imaginada sobre as obras literárias de Lewis Carroll (1832-1898). O comandante? Tim Burton, um diretor conhecido por sua criatividade aguçada e pelo flerte com o sombrio em seus trabalhos - a princípio, o candidato perfeito para conduzir o projeto - a princípio...
A expectativa gerada em torno do filme foi grande, e tornou-se uma espera infindável graças ao adiamento de sua estreia no Brasil em quase 2 meses em relação aos demais países do globo (dizem por aí que o adiamento se deu em detrimento da permanência de Avatar nas salas 3D e de uma expecativa não concretizada da fita de James Cameron arrebanhar os principais prêmios do Oscar 2010). A tão esperada chegada aos nossos cinemas, assim como a brincadeira do telefone sem fio, nos leva a refletir sobre até onde se pode reinventar ou repassar uma história adiante.
A expectativa sobre a visão de Alice nos olhos de Burton tornou-se uma ilusão ainda maior do que a vivida pela personagem nos livros escritos por Carroll no distante século XIX. Boa parte por sua associação aos estúdios Disney na produção do trabalho, Burton, aliado ao roteiro estapafúrdio de Linda Woolverton (prata da casa, responsável, dentre diversos títulos, pelos roteiros de Mulan e do primeiro Rei Leão) tornou um clássico da literatura e, por que não dizer, da filosofia popular, em uma colcha de retalhos sem sentido, onde os personagens estão irreconhecíveis e muito do tempo é desperdiçado em uma aventura medieval enfadonha, nos moldes de O Senhor Dos Anéis e As Crônicas De Nárnia.
O filme é visualmente impecável, nos mínimos detalhes do figurino e da computação gráfica violentamente empregada. O uso do 3D, embora tímido em algumas passagens, quando empregado, chega a ser vertiginoso: a cena da queda de Alice no buraco, os objetos atirados na telona pela Lebre de Março (voz de Paul Whitehouse) e a cena de vôo com Tweedledee e Tweedledum (voz e expressões faciais de Matt Lucas) são incríveis e merecem respeito pela elaboração. O recurso foi bem empregado em algumas cenas também para dar ideia de planos e profundidade.
Os atores estão muito bem na história: embora poucos personagens sejam de carne e osso, a atuação dos dubladores é excelente (o filme conta com nomes do peso de Alan Rickman e Stephen Fry, respectivamente a Lagarta Azul e o risonho Gato de Cheshire). Dentre os personagens reais, a Alice adulta e depressiva escolhida por Burton (a atriz Mia Wasikowska) foi uma escolha felicíssima - Mia é carismática e apática na medida certa para o papel. Embora seja um desparate do diretor querer sobrepor a protagonista com um personagem secundário em prol da escalação de seu ator predileto, a participação de Johnny Depp como o Chapeleiro Louco está mais uma vez impecável - o maior problema do personagem é sua própria composição, sugerida pelo roteiro. Helena Bonham Carter mostra domínio de atuação ao viver a malvada, hilária e cabeçuda Rainha Vermelha (na verdade, um mix da Rainha de Copas do primeiro livro com a própria Rainha Vermelha do segundo), enquanto Anne Hathaway vive uma Rainha Branca esquisitona e sem sal.
A sensação de decepção com boa parte do filme é inevitável: o filme perdeu toda a ironia e a arrogância desde o ponto em que os habitantes do País das Maravilhas, antes psicóticos e malvados, tornaram-se um bando de bichinhos bonzinhos e fofos. O nascimento de uma Alice guerreira e de duas facções de gladiadores sob o comando das duas rainhas coloridas foi a pior escolha possível - na intenção de tornar o filme ainda mais comercial, a investida da Disney arruinou qualquer suspiro de dignidade que a adaptação ainda mantinha.
No fim das contas, esta releitura de Alice No País Das Maravilhas reduz-se a um filme lindo de se ver, mas difícil de engolir.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

O FANTÁSTICO SR. RAPOSO

Ao contrário das animações para crianças com animaizinhos que estamos acostumados a assistir, produzidas por grandes estúdios como a Dreamworks e a Pixar, O Fantástico Sr. Raposo (Fantastic Mr. Fox, 2009), filme mais recente de Wes Anderson (diretor de Viagem A Darjeeling e Os Excêntricos Tenenbaums), mostra que, embora engraçadinhos e com comportamentos semelhantes aos nossos, na essência os animais são sempre selvagens e, nada mais representativo para isso do que a figura ladina e feroz da raposa.
Dublado por George Clooney, Sr. Raposo (ou Mr. Fox) é um colunista de jornal, no passado um ladrão de aves que teve de entrar nos eixos com o nascimento de seu filho Ash (voz de Jason Schwartzman) e o casamento com a devotada Sra. Raposa (voz de Meryl Streep). Sr. Raposo tem muitas motivações, das quais a principal é não morrer pobre em uma toca, o que o leva a comprar uma elegante casa na árvore, vizinha de 3 grandes fazendas produtoras de frango, ganso e cidra. Bem diz o ditado que "a raposa perde o pelo mas não perde o vício", e não leva muito até que o pai de família volte às raízes, bolando planos de invasão às fazendas para satisfazer sua sede pelo roubo, pela bebida e pela carne fresca. A revolta dos fazendeiros contra os golpes da raposa que desencadeia em uma perseguição massiva à família e, consequentemente, aos demais animais da região, é o fio condutor da história, baseada no livro do falecido escritor inglês Roald Dahl.
Produzido com a técnica de stop motion com bonecos, o filme é o primeiro trabalho do diretor neste feitio, que tende a conduzir filmes geralmente diferentes, onde O Fantástico Sr. Raposo não é exceção. A distribuição exclusiva de cópias legendadas nos cinemas é a principal evidência de que, embora com aspecto inocente, a fita não é para crianças. Em essência, são tratados, com muito bom humor, três elementos básicos: prole, instinto e sobrevivência - casualmente os elementos mais primitivos na existência de todos os seres vivos. Personagens pitorescos, diálogos estranhos e acrobacias divertidas complementam as peripécias das raposas, gambás, texugos, coelhos e outros animais. O recurso de animação, tecnicamente regular perante o deslumbre das grandes produções de animação atuais, está presente muito mais para ilustrar o conto e divertir do que para impressionar - Sr. Raposo é uma das raras exceções no mundo da animação onde a narrativa se sobrepõe ao visual e, embora o filme não seja mais que "bom", o resultado é interessante.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

A PRINCESA E O SAPO

Após lançar Nem Que A Vaca Tussa (Home On The Range) em 2004, a Walt Disney Company decidiu que a partir de então só trabalharia com animações computadorizadas (produções próprias ou com a, na época mera parceira, Pixar) e abandonaria de vez a produção de desenhos animados para o cinema. Eis que por uma feliz revisão de conceitos, a poderosa empresa do Mickey Mouse resolveu voltar atrás e lançar A Princesa E O Sapo (The Princess And The Frog, 2009) - mais uma obra de animação nos moldes tradicionais de produção 2-D, incluindo os traços visuais característicos e os sempre presentes números musicais.
A história, a exemplo dos clássicos Disney, é totalmente inocente e direcionada exclusivamente ao público infantil. Nela, Tiana (voz de Anika Noni Rose) é uma moça de origem humilde, batalhadora e que sonha desde criança em ter seu próprio restaurante. Um dia, em um baile a fantasia na casa de sua amiga rica Charlotte (voz de Jennifer Cody), Tiana conhece um princípe chamado Naveen (voz do brasileiro Bruno Campos) e, por conta de uma trama maligna, Naveen é amaldiçoado por um feitiço vudu e transforma-se em sapo. Tiana, na tentativa de trazer o príncipe a sua forma normal, beija o sapo e... em vez de o sapo voltar a ser príncipe, a moça é que se transforma em sapo também. A partir daí tem-se uma série de aventuras pelo pântano, novas descobertas, o surgimento de novos amigos e um inevitável romance para garantir o final feliz.
A opção pelo formato de animação tradicional é um acerto para a produção, pois tem um belo toque de nostalgia dos clássicos e ainda remonta o universo hoje conhecido por Princesas Disney, incluindo a primeira princesa negra do grupo (sem considerar como negra a princesa Jasmim, dos desenhos do Alladin, que, na verdade, é de origem árabe). A escolha oportuna de New Orleans como palco do conto foi outro acerto, proporcionando belas paisagens para a história, que vão desde a elegantes casas e prédios da cidade até os sombrios pântanos e seus feiticeiros, passando pela alegria rítmica do jazz e dos personagens que enchem os cenários, em uma mistura de etnias e classes sociais nunca antes tratada em um longa metragem animado.
A Princesa E O Sapo é um belo desenho, divertido e cativante nas medidas certas. Na minha opinião, o único problema ficou por conta da dublagem, que prejudicou as canções, deixando-as, em sua maioria, sem graça. Fora esse detalhe, o desenho é um bom pretexto para levar as crianças ao cinema e voltar a ser criança junto com elas.

»JUKEBOX: Nossos Momentos, registro ao vivo do show de 1982 de Maria Bethânia«

domingo, 8 de novembro de 2009

OS FANTASMAS DE SCROOGE

A Christimas Carol, obra do escritor Charles Dickens, um dos contos natalinos mais conhecidos de todos os tempos, ganha sua versão em animação 3-D pelas mãos dos Estúdios Disney, sob a condução do diretor Robert Zemeckis e recebe o título brasileiro de Os Fantasmas De Scrooge.
Na história, Ebenezer Scrooge (Jim Carey) é um velho rico, avarento e solitário, desprovido de qualquer bondade e mantenedor de um ódio sem par pelo Natal. Suas principais vítimas são o empregado Bob Cratchit (Gary Oldman) e seu sobrinho Fred (Colin Firth), os quais o velho faz questão de humilhar e desprezar gratuitamente a todo instante. Eis que em uma véspera de Natal, o avarento recebe a visita de 3 fantasmas, que lhe mostram seus Natais do passado, do presente e do futuro, levando-o a refletir sobre suas atitudes, escolhas e as devidas consequencias.
O conto, de teor bobo e fácil compreensão, ganha aqui vida em uma animação computadorizada via captura de movimentos dos atores reais, aliada à tecnologia tridimensional. Zemeckis mostra um trabalho visual ainda mais surpreendente e competente do que em seus dois filmes anteriores de mesma natureza, O Expresso Polar e A Lenda De Beowulf. As expressões dos personagens e a captura dos movimentos aparecem mais perfeitas que nos trabalhos anteriores, e mais: Zemeckis não se deixou prender pela tradição inocente da Disney e produziu um filme, até certo ponto, inadequado para crianças, com direito a cenas tétricas, diálogos moralmente pesados e clima sombrio.
Jim Carey e suas tradicionais caretas se encaixam bem nos diversos papéis que o ator representa no filme, com destaque para o próprio Scrooge, de semblante assustador. A comédia, o terror e o melodrama convivem harmoniosamente, tornando a história interessante e gostosa de ser assistida, onde não se sente o peso dos 96 minutos de duração da fita.

terça-feira, 16 de junho de 2009

UP - ALTAS AVENTURAS

Tive a feliz oportunidade de assistir ao filme "Up", que no Brasil recebe o subtítulo "Altas Aventuras" - trata-se da mais recente animação da Disney/Pixar, com previsão de estréia no Brasil para o ainda longínquo 04 de setembro.
A premissa: um aposentado vendedor de balões, para escapar de ser enviado a um asilo, resolve "fugir" com sua casa suspensa por milhares de balões, rumo a um território desconhecido da América do Sul, almejado desde sua infância. Na carona, sem querer, ele acaba levando junto um pequeno escoteiro aflito por ajudar um idoso e obter uma insígnia. Sob uma primeira análise, parece mais uma animação bobinha para crianças. Ledo engano...
Assim como em "Wall-E" (2008), a Disney/Pixar investe mais uma vez em uma temática mais adulta, com moral da história e mensagens que só os mais crescidos perceberão nas entrelinhas. É claro que não faltam piadas engraçadas, personagens divertidos e outros elementos para atrair os pequenos, mas uma história que trata de solidão, morte e velhice da forma retratada em "Up" não pode ser considerada infantil.
Ponto para a produção que consegue retratar emoções através de bonecos animados em territórios que muitos diretores não conseguem com atores de carne e osso - e, acreditem, consegue comover. O fator emocional é definitivamente o melhor do filme. O enredo em si é fraquinho e, mesmo para crianças, a trama central da aventura é absurda demais e não se encaixa no contexto geral. A animação é muito bem-feita, casa perfeitamente com a bela trilha sonora, mas é o mínimo que se espera de um produto com a qualidade líder da Disney/Pixar. A produtora, sempre à frente da concorrência, já entendeu que o que falta no mercado das animações é uma pitada de emoção, e nisso "Up" cumpre bem o seu papel.
Na aguardada estréia no Brasil poderemos assistir "Up" em cópias 3D, o que promete tornar a experiência ainda maior.

»JUKEBOX: Este post foi escrito ao som da coletânea "Motown's Greatest Hits", que reúne sucessos do Jackson 5 e do início da carreira de Michael Jackson, quando esse ainda era criança.«