Foi dada a largada para a temporada derradeira de Nip/Tuck, a série de TV mais bizarra de todos os tempos, que inicia com algumas semanas de diferença em relação às suas companheiras de fall season. Com a dedicação do produtor Ryan Murphy e de boa parte da equipe de produção à série Glee, chegou a hora da dupla de cirurgiões Sean McNamara (Dylan Walsh) e Christian Troy (Julian McMahon) pendurarem suas chuteiras, ou melhor, seus bisturis.
A crise financeira mundial foi o ponto de partida para o início desta que será a temporada final, onde a clínica McNamara/Troy encontra-se em uma situação de quase falência, assim como a vida de seus proprietários. De um lado, Christian está livre de seu câncer de mama e se livrando do casamento equivocado com a Dra. Liz Cruz (Roma Maffia), que está movendo um processo de divórcio que promete assolar as economias do cirurgião. Do outro, Sean está deprimido sem seus filhos caçulas, sob a guarda da ex-mulher Julia (Joely Richardson), com sérios problemas de insônia e envolvido emocionalmente com uma nova mulher, a sinistra anestesista Teddy (Rose McGowan, mais conhecida por sua participação como uma das irmãs bruxas de Charmed). Completando o elenco principal, Matt (John Hensley) abandonou a faculdade para se tornar mímico e Kimber (Kelly Carlson) continua espreitando a família, na tentativa silenciosa de reatar o relacionamento com Christian.
Nip/Tuck sempre foi uma série instigante que soube dosar o drama médico com o humor negro e o chocante, mas que já se encontra na hora de terminar. Os personagens, de um modo geral, já fizeram tantas bobagens e mostraram evidências nulas de aprendizado, de forma que só acumulam fracassos e decepções ao longo de cada temporada. A história tornou-se um grande déjà vu, onde só se mudam as moscas, mas a sujeira continua a mesma... Torço para um final digno para a produção, que em seus episódios mais recentes já deixou pistas do clima de despedida que veremos com mais intensidade nas próximas semanas.
»MAURICIOPÉDIA: How Bizarre (quão bizarro) é o título do único sucesso da banda neozelandesa OMC, lançado internacionalmente em 1996.«
»MAURICIOPÉDIA: How Bizarre (quão bizarro) é o título do único sucesso da banda neozelandesa OMC, lançado internacionalmente em 1996.«
Este blog é também linkado por outros, e eis que de uns tempos para cá tenho me deparado com um problema que já havia detectado em outro blog de um amigo, o qual visito esporadicamente: as minhas atualizações não são mais computadas nos blogs que apontam para cá e fica sempre um mesmo post trancado como o mais recente. Por mais de um mês fiquei com "O ELO PERDIDO NO CINEMA" como o mais recente e, após fazer uns "mexes", trocando o nome do post, re-inserindo o post mais atual, consegui que o "ALÔ, ALÔ, TEREZINHA" aparecesse atualizado no dia em que o postei. O problema é que agora ele ficou trancado também, e este já é o segundo post que escrevo depois dele e que não aparece como mais recente. E isso vai jogando a divulgação do meu blog cada vez mais para o final da lista, abaixo dos outros que se atualizam sem problemas, além de despertar cada vez menos o interesse de novos visitantes - afinal, quem quer visitar um blog aparentemente desatualizado?
Do filme roteirizado e dirigido pelo jornalista, produtor e diretor de televisão Nelson Hoineff esperava-se um apanhado que contasse a trajetória do homem, do artista e do comunicador, mas não é bem assim que o carro anda... Formado basicamente por depoimentos e entrevistas com artistas e pessoas próximas do Velho Guerreiro, Alô, Alô, Terezinha não mostra mais que uma pequena ponta da faceta do apresentador Chacrinha e passa a maior parte de seus 90 minutos brincando de "Por Onde Anda Você?" com cantores (muitos deles já esquecidos pela mídia), ex-calouros e as famosas ex-dançarinas de seus programas, as Chacretes, muitas delas em situações de vida difíceis.

Desse modo, o espectador pode se deliciar com a execução completa de diversas músicas do ensaio, uma seleção de hits e confirmadas. Pode ainda ver vídeos muito bacanas que seriam veiculados nos telões, como uma versão moderna em 3D de Thriller e uma montagem especial do filme Gilda, com direito a Rita Hayworth e tudo mais, exibida na sequencia de Smooth Criminal.
