Considerada a franquia cinematográfica de terror mais bem-sucedida de todos os tempos, Jogos Mortais chega em sua 6ª (e dispensável) edição. Como fã dos primeiros episódios, confesso que me fascinei com as engenhocas de tortura e com o desenrolar das investidas iniciais do serial killer Jigsaw (Tobin Bell). Já tem um bom tempo que a história se perdeu e se tornou uma maquininha caça-níqueis, sustentada por uma audiência ávida por derramamento de sangue à toa.
Por conta de uma boa reputação em sua fita de estréia e de uma rentável sequência, o olho grande dos produtores, assim como o ímpeto sangrento do serial killer, cresceu meteoricamente, transformando a série em uma triologia, que seguiu e já soma 6 filmes. Este que seria o derradeiro já não é mais: há uma promessa de Jogos Mortais VII para o ano que vem, possivelmente filmado em 3-D.
E, como bem se sabe, quanto mais se repete uma história que já não é lá grandes coisas, mais enfadonha ela se apresenta a cada iteração. Se tivesse sido dado um fim no terceiro filme, que já foi fraco, a saga terminaria bem e com méritos. Infelizmente, de lá para cá, a cada nova armadilha, a inteligência e a originalidade da franquia caem mais e mais. Sem propósito, cheio de reviravoltas e surpresas absurdas, Jogos Mortais tornou-se uma desculpa para expor bestialidade na tela. A cena inicial deste mais recente episódio é de uma violência tamanha que gera até mal estar na poltrona - e é o máximo que a fita consegue arrancar, pois, em seu restante resume-se a meras enrolações, tramas sem graça e personagens inexpressivos (sem contar a "canastrice" do elenco), lições de moral baratas e uma porção de flashbacks desinteressantes, a única forma encontrada pelos roteiristas para poder continuar mamando nessa vaca cada dia mais magrinha... Fora isso, sobram cenas de automutilação, feridas expostas, vísceras e sangue, muito sangue!
»JUKEBOX: Trilha sonora do dia: Encanteria, um dos gêmeos recém-lançados de Maria Bethânia.«
Por conta de uma boa reputação em sua fita de estréia e de uma rentável sequência, o olho grande dos produtores, assim como o ímpeto sangrento do serial killer, cresceu meteoricamente, transformando a série em uma triologia, que seguiu e já soma 6 filmes. Este que seria o derradeiro já não é mais: há uma promessa de Jogos Mortais VII para o ano que vem, possivelmente filmado em 3-D.
E, como bem se sabe, quanto mais se repete uma história que já não é lá grandes coisas, mais enfadonha ela se apresenta a cada iteração. Se tivesse sido dado um fim no terceiro filme, que já foi fraco, a saga terminaria bem e com méritos. Infelizmente, de lá para cá, a cada nova armadilha, a inteligência e a originalidade da franquia caem mais e mais. Sem propósito, cheio de reviravoltas e surpresas absurdas, Jogos Mortais tornou-se uma desculpa para expor bestialidade na tela. A cena inicial deste mais recente episódio é de uma violência tamanha que gera até mal estar na poltrona - e é o máximo que a fita consegue arrancar, pois, em seu restante resume-se a meras enrolações, tramas sem graça e personagens inexpressivos (sem contar a "canastrice" do elenco), lições de moral baratas e uma porção de flashbacks desinteressantes, a única forma encontrada pelos roteiristas para poder continuar mamando nessa vaca cada dia mais magrinha... Fora isso, sobram cenas de automutilação, feridas expostas, vísceras e sangue, muito sangue!
»JUKEBOX: Trilha sonora do dia: Encanteria, um dos gêmeos recém-lançados de Maria Bethânia.«
Este blog é também linkado por outros, e eis que de uns tempos para cá tenho me deparado com um problema que já havia detectado em outro blog de um amigo, o qual visito esporadicamente: as minhas atualizações não são mais computadas nos blogs que apontam para cá e fica sempre um mesmo post trancado como o mais recente. Por mais de um mês fiquei com "O ELO PERDIDO NO CINEMA" como o mais recente e, após fazer uns "mexes", trocando o nome do post, re-inserindo o post mais atual, consegui que o "ALÔ, ALÔ, TEREZINHA" aparecesse atualizado no dia em que o postei. O problema é que agora ele ficou trancado também, e este já é o segundo post que escrevo depois dele e que não aparece como mais recente. E isso vai jogando a divulgação do meu blog cada vez mais para o final da lista, abaixo dos outros que se atualizam sem problemas, além de despertar cada vez menos o interesse de novos visitantes - afinal, quem quer visitar um blog aparentemente desatualizado?
Do filme roteirizado e dirigido pelo jornalista, produtor e diretor de televisão Nelson Hoineff esperava-se um apanhado que contasse a trajetória do homem, do artista e do comunicador, mas não é bem assim que o carro anda... Formado basicamente por depoimentos e entrevistas com artistas e pessoas próximas do Velho Guerreiro, Alô, Alô, Terezinha não mostra mais que uma pequena ponta da faceta do apresentador Chacrinha e passa a maior parte de seus 90 minutos brincando de "Por Onde Anda Você?" com cantores (muitos deles já esquecidos pela mídia), ex-calouros e as famosas ex-dançarinas de seus programas, as Chacretes, muitas delas em situações de vida difíceis.

Desse modo, o espectador pode se deliciar com a execução completa de diversas músicas do ensaio, uma seleção de hits e confirmadas. Pode ainda ver vídeos muito bacanas que seriam veiculados nos telões, como uma versão moderna em 3D de Thriller e uma montagem especial do filme Gilda, com direito a Rita Hayworth e tudo mais, exibida na sequencia de Smooth Criminal.